DUNA: PARTE 2 (2024): Maturidade estética
Denis Villeneuve propõe um filme mais imaginativo que o anterior com estrutura que remete a um blockbuster clássico.
Denis Villeneuve propõe um filme mais imaginativo que o anterior com estrutura que remete a um blockbuster clássico.
Em seu filme mais maduro, Miyazaki explora o fantástico como uma forma de purgação do luto.
Michael Mann propõe um retrato mórbido da masculinidade.
Em abordagem metódica que remete a Robert Bresson, Jonathan Glazer propõe um simulacro do mal.
David Fincher faz uma comédia de erros sobre a banalidade da violência.
Justine Triet usa o drama de tribunal para refletir sobre o poder da encenação cinematográfica.
Martin Scorsese rejeita tom épico e prioriza a presença de seus personagens em cena.
Em terror ágil, David Gordon Green explora a fé como uma força coletiva.
Christian Petzold contrasta uma magia cotidiana com o ressentimento de seu protagonista.
Em seu longa esteticamente mais radical, Hong Sang-soo reforça aspectos do seu método.