TENET (2020)

O bom é que o Nolan inverte a própria lógica também: quanto mais ele explica o filme, menos você entende. Talvez o Mãe! dele. Coloca tanta coisa no meio que os acontecimentos vão perdendo um significado e a imagem vale por si. Mesmo que essa “abstração” não seja a intenção (provavelmente ele realmente espera que […]

MANK (2020)

Gosto como o Fincher não tenta emular um filme dos anos 30 ou 40. Inclusive parece que a unidade estilística dele reforça justamente o que existe de mais artificial nesse entorno: as sacadas nos diálogos, a pose dos atores, os cenários grandiosos, a natureza falsa na paisagem (a cena do zoológico particular é das que […]

LINDINHAS (2020)

Existe um COMPLEXO DE JOSÉ PADILHA bem claro. O filme quer evidenciar essa sexualização das crianças, quer colocar isso em debate e até problematizar esses efeitos, mas acaba vibrando com essa própria sexualização de forma duvidosa. Eu entendo que essa ambiguidade possa fazer parte do olhar da cineasta sobre o tema: a sexualização não existe […]

ESTOU PENSANDO EM ACABAR COM TUDO (2020)

Gosto de algumas coisas no começo do filme. Principalmente na sequência do carro. Me parece que quando o Kaufman se limita a um só espaço, ele lida melhor com essa livre associação de ideias. Acaba revelando um possível potencial do texto que não depende tanto das ilustrações e que, a partir da encenação com os […]

O HOMEM INVISÍVEL (2020)

É curioso como o filme aproxima uma pegada tradicional do cinema de gênero (a premissa fantasiosa clássica do homem invisível) com uma abordagem atmosférica que está em voga (o fatídico pós-horror e companhia). Mas diferente de filmes como Hereditário ou Ao Cair da Noite, o diretor está interessado em um princípio que remete mais diretamente […]

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