EO (2022): Fragmentos e sensações
Jerzy Skolimowski propõe equilíbrio ideal entre experimentação e narração ficcional.
Jerzy Skolimowski propõe equilíbrio ideal entre experimentação e narração ficcional.
Edward Berger propõe uma adaptação ilustrativa e sem qualquer olhar próprio.
Martin McDonagh humaniza seus personagens sem nunca soar ilustrativo.
Ainda que tenha bons momentos na sua reencenação, filme se perde em tom didático.
Apesar de evidenciar uma ingenuidade positiva, filme cai em fórmula desgastada.
Darren Aronofsky conserva dispositivo teatral em proposta melodramática.
Charlotte Wells propõem relação meticulosa entre a atuação do elenco e a textura das imagens.
Filme equilibra abordagem lírica e histórica ao expor o legado do “capitão” Krohokrenhum.
Bruno Costa evita romantização ao evidenciar a experiência solitária de seu protagonista.
Diretores alcançam equilíbrio sutil entre fantasia e realidade.