BABILÔNIA (2022): Inevitabilidade do tempo
Damien Chazelle coloca a nostalgia como um elemento prático em filme sobre a evolução do cinema.
Damien Chazelle coloca a nostalgia como um elemento prático em filme sobre a evolução do cinema.
Shyamalan aborda o sobrenatural como uma força destrutiva.
Apesar de boas cenas isoladas, filme não se arrisca a ter uma voz própria na franquia.
Ari Aster parte de uma estrutura convencional para propor elementos bizarros que atormentam seu protagonista.
Ruben Östlund rejeita grandes teses sociais e faz boa comédia escrachada.
Todd Field apresenta olhar clínico sobre uma crise de valores artísticos.
Jerzy Skolimowski propõe equilíbrio ideal entre experimentação e narração ficcional.
Edward Berger propõe uma adaptação ilustrativa e sem qualquer olhar próprio.
Martin McDonagh humaniza seus personagens sem nunca soar ilustrativo.
Ainda que tenha bons momentos na sua reencenação, filme se perde em tom didático.