MORTO NÃO FALA (2018): A versatilidade do terror
Dennison Ramalho concilia realismo com tradições clássicas do horror.
Dennison Ramalho concilia realismo com tradições clássicas do horror.
Kiyoshi Kurosawa revela o sagrado implícito na realidade.
Todd Phillips faz da comédia um artifício do absurdo.
Quentin Tarantino rejeita saudosismo simplista em filme sobre a força restauradora do cinema.
Petra Costa propõe retrato superficial e alienado sobre a política nacional.
Juliana Antunes faz um filme sobre a força sugestiva do relato.
Em filme mórbido, Hong Sang-soo faz da presença um elemento fantasmagórico.
No melhor filme da franquia, Chad Stahelski equilibra a ação realista com a ritualização dos seus espaços.
Através de aproximação crua, André De Toth evidencia relações de autoridade e submissão.
Em abordagem rígida, S. Craig Zahler reduz a violência à sua essência mais brutal.