MANK (2020): Humanismo piegas
MANK tem escolhas estéticas inventivas, mas não desenvolve bem o drama do seu protagonista.
MANK tem escolhas estéticas inventivas, mas não desenvolve bem o drama do seu protagonista.
Irmãos Safdie realizam um filme sobre o aspecto sagrado do acaso.
Em um filme de produção grandiosa, Sam Mendes articula o drama a partir de pequenos detalhes.
Bong Joon-ho reflete sobre a natureza política da encenação.
Ramon Porto Mota propõe uma jornada obscura entre a tecnologia e a angústia adolescente.
Dennison Ramalho concilia realismo com tradições clássicas do horror.
Kiyoshi Kurosawa revela o sagrado implícito na realidade.
Todd Phillips faz da comédia um artifício do absurdo.
Quentin Tarantino rejeita saudosismo simplista em filme sobre a força restauradora do cinema.
Petra Costa propõe retrato superficial e alienado sobre a política nacional.