LUTA DE CLASSES (2025): Entre a ambição e a dispersão
Spike Lee entrega um filme irregular, marcado por experimentações sem método e raros momentos de intensidade.
Spike Lee entrega um filme irregular, marcado por experimentações sem método e raros momentos de intensidade.
Entre a promessa da sofisticação e o esvaziamento formal, Celine Song busca subverter a comédia romântica.
Zach Cregger constrói um jogo narrativo engenhoso, mas acaba refém de uma estrutura que funciona como mero artifício.
Mariana Fortes oscila entre radicalidade formal e realismo convencional, mas constrói um retrato expressivo do seu tema.
Ne Zha 2 une a tradição do wuxia e grandiosidade de blockbuster, consolidando uma identidade própria para o cinema de animação chinês.
Ari Aster revela o esgotamento da ação coletiva em tempos de espetáculo permanente.
James Gunn propõe um retorno vibrante e colorido ao herói clássico, mas entrega um filme que suaviza seus próprios excessos.
Christopher McQuarrie transforma seu filme em um drama de predestinação messiânica que redefine os limites do cinema de ação contemporâneo.
Entre a ação concreta e o horror metafísico, Ryan Coogler reimagina o blockbuster com ousadia rítmica e vigor cinematográfico.
Erico Rassi faz da ausência da mulher o ponto central em um filme marcado pela estagnação.