A HORA DO MAL (2025): Ambição estrutural e descompasso narrativo
Zach Cregger constrói um jogo narrativo engenhoso, mas acaba refém de uma estrutura que funciona como mero artifício.
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Mariana Fortes oscila entre radicalidade formal e realismo convencional, mas constrói um retrato expressivo do seu tema.
Ne Zha 2 une a tradição do wuxia e grandiosidade de blockbuster, consolidando uma identidade própria para o cinema de animação chinês.
Ari Aster revela o esgotamento da ação coletiva em tempos de espetáculo permanente.
Neste artigo, analisamos o significado da palavra maneirista no cinema e suas possíveis tradições históricas.
James Gunn propõe um retorno vibrante e colorido ao herói clássico, mas entrega um filme que suaviza seus próprios excessos.
Christopher McQuarrie transforma seu filme em um drama de predestinação messiânica que redefine os limites do cinema de ação contemporâneo.
Entre a ação concreta e o horror metafísico, Ryan Coogler reimagina o blockbuster com ousadia rítmica e vigor cinematográfico.
Erico Rassi faz da ausência da mulher o ponto central em um filme marcado pela estagnação.
Cidade dos Sonhos (2001) tornou-se um dos filmes mais discutidos do cinema contemporâneo. O que torna essa obra tão sedutora e inesquecível?